A TERRACOTA EDITORA AGORA TEM BLOG

A TERRACOTA EDITORA AGORA TEM BLOG
BORA XERETAR!

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estou de passagem neste mundo, mas deixo aqui o registro de minhas palavras.

eu sou o peregrino do tempo


Domingo, 12 de Julho de 2009


24 horas

16:30

Ontem desfilei de saia e com uma capa que arrastava no chão. Há há há. Minha amiga Regina, dona da loja Profecias da galeria do rock me pediu pra desfilar pra ela. Claro que não avisei ninguém. Não queria que me vissem pagar esse mico. Mas no final vi que não foi mico nenhum, foi muito legal. E desfilei melhor que a Gisele, há há há. Várias lojas participaram. O da Profecias para mim foi o melhor. Montaram uma passarela, foi tudo muito bem organizado e documentado.


17:15

Depois fui ver meu amigo Ivan, dono da loja gótica Soulshadow, na outra galeria ali mesmo na rua 24 de maio. Tomamos uma cerveja e repus o estoque dos meus livros que estão lá à venda. Liguei pro Zed e descobri que a festinha da filha na casa da sogra ia durar mais que o previsto por conta da chuva. Adiamos nosso encontro em seu apto onde eu faria os ajustes nas imagens do território V.


18:30

Na saída da Soulshadow, trombei com dois adolescentes, um menino e uma menina, e confundi o menino com o funcionário da profecias. Era um clone! Quando descobri o impostor, já estávamos tomando uma cerveja num porão cheio de mesas de sinuca e videogames na rua São Bento. A menina, Tammy, pediu para tirar uma foto comigo. Foi a última foto antes de o celular descarregar, ficou nervosa sem saber se tinha conseguido, mas depois felicíssima por constatar a foto no aparelho. (vide a foto ao lado). De lá parti para Av Paulista, fui jantar.

20:45

Na rua Frei Caneca fiz amizade com duas gaúchas lindas e simpaticíssimas. Ainda tinha dois exemplares do Diário da Sibila Rubra na minha bolsa-carteiro e Melissa quis ver, pois lhe falei da história e ela adora Floripa. Comprou o livro e pediu autógrafo. Ótimo! Meu dinheiro estava acabando. Elas partiram e pedi outra cerveja ao famoso garçom Almir da Silva, O Zé das Medalhas do Bar Azul, tava todo exibido porque tinha ido ao programa do Jô havia dois dias.


21:50

Puxa, bem que eu podia esticar a noite numa festa, estou por aqui mesmo. Liguei para a Liz Vamp, mas caiu na secretária eletrônica. Então liguei para os parceiros, mas o Nê estava nas cobertas e Solone nem atendeu. Ah, quer saber, pensei, é hora de voltar pra casa, afinal tinha coisas a fazer.


22:09

Apareceu então o Krishna, amigo que me inspirou na caracterização física do personagem Montserrat do Clube dos Imortais. E até brinquei, Montserrat, há quanto tempo não o vejo. Ele estava com uma amiga de trabalho e ambos sentaram e a conversa foi próspera.


01:38

O Cid Vale Ferreira me ligou, ele está revisando o Território V e tinha umas observações importantes a fazer, Estou de carro, passo aí com a Gláucia em minutos, disse ele. Eu não estava preocupado com o horário, mas imagino que fosse muito tarde. O pai da amiga do Krishna passou pra buscar a filha.


02: 05

O Cid chegou e apresentei ele e sua namorada ao Krishna, que já estava de saída. O bar azul fechava. Cid comprou o outro exemplar do Diário e acabou me levando para a Toy Louge. Fazia anos que não ia naquela balada. Festa! Era tudo que eu queria, He He He. Outro dia passei na frente da Toy e saía de lá o Supla. Ele viu o Cariello e veio falar com ele. O Cariello, que já ilustrou um CD do cantor, estava comigo e me apresentou ao papito.

02:20

A Toy é uma ótima balada para quem curte rock de todos os sabores. Sentamos na mesa, trabalhamos um pouco no livro e, depois, fomos nos embriagar e dançar, porque ninguém é de ferro. Do balcão, um rosto bonito acenava pra mim, era meu amigo Dennis. Cid e Glaucia foram namorar. Depois de umas rodadas, risos e conversas, Dennis e eu fomos pra pista curtir a noite que ainda estava longe de acabar.

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

dia 13 de agosto os vampiros entram em guerra
arte de octavio cariello

Domingo, 5 de Julho de 2009


leia entrevista
recente com
a escritora
flávia muniz
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Art by Octavio Cariello

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

a bruxa mor da literatura fantástica

o escritor luis roberto guedes já a chamou de bruxa madrinha e não sem motivos. o primeiro livro que li com vampiros é de sua autoria. na época eu vi sua foto no livro e ficava encantado com aquela mulher tão linda e que escrevia tão bem. nunca supus encontrá-la, conhecê-la, quiçá ter um dedo de prosa. hoje me alegro em dizer que ela é uma mentora e parceira. há uma bruxa entre nós. uma bruxa poderosa e bela, que nos seduz com sua beleza, prosa e poesia. senhoras e senhores, orgulhosamente vos apresento...
autora convidada: flávia muniz
conto: irresistível
um texto lírico que é lido de uma só vez. flui delicioso na garganta de quem lê e devora quem o imagina.
a relação de dois imortais, cujo amor atravessou um oceano de tempo para ser erguido, pode agora estar ameaçada.
Leia um trecho do conto:

Os dias, os meses, os anos, paisagens e lugares e pessoas. Os dias, os meses, os anos, doenças e vidas e pessoas. Os dias, os meses, os anos, guerras e mortes e pessoas. Os dias, os meses, os anos, vitórias e fracassos e pessoas. Os dias, os meses, os anos, certezas incontáveis e finalmente o amor.

rápido, dramático, trágico. um conjuro mágico!
Vinte anos de carreira, duas vezes indicada ao prêmio Jabuti, autora de mais de 50 publicações. Flávia Muniz já ultrapassa a marca de 3 milhões de cópias vendidas. É vencedora do prêmio APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte. Como editora, trabalhou por treze anos na Editora Abril e foi pioneira nas publicações de RPG no Brasil. A revista Veja colocou seu romance vampiresco Os Noturnos no ranking dos 4 romances mais lidos nas bibliotecas públicas de todo o país. Entre suas obras podemos citar Os Noturnos, Viajantes do Infinito, Sete Faces do Terror, O Zodiaco e Sallen 777. Seus romances e contos macabros sempre carregam o estigma da vingança. E a imortalidade da Literatura. No aconchego de sua casa na floresta cercada de mar, senta-se confortavelmente diante da lareira; e ali desfruta o bom vinho, e dobra páginas misteriosas e mágicas.
Rufem os tambores! Território V está chegando; e vingará na lua do último quarto crescente do mês do imperador César Augusto.

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009


Michael Jackson
1958 - 2009

vai-se o homem, fica o mito

esteve de passagem neste mundo
mas deixou o registro de suas palavras,
música,
ritmo,
dança

é peregrino do tempo

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

o voivode


a hora do vampiro ainda não chegou, neste ínterim vamos falando de quem entende. se você adora vampiros e quer saber mais e mais, então deixo a dica, leia voivode, organizado por cid vale ferreira que também é estrela no território v.
autor convidado: cid vale ferreira
conto: protocolos da rapina
em protocolos da rapina não existe beleza, o estranho e o terrível sobressaem aos olhos. ali não há corpo, há carne, e a carne é feia. a morte e tudo o que se refere a ela é agregado à estrutura do conto de cid, onde a feiúra de termos como miasma, gangrena, e o cobrir-se de cal, entre outros, nos remetem ao terror da sepultura.
cinco vampiros antigos agem sob o regime de um pacto imposto por um vampiro feudalista e tirânico que impera como "íncubo" no seu território v, o qual denominam matadouro. agora, as diretrizes dos protocollus rapinarum podem estar ameaçadas pelos excessos infligidos por seu próprio regente.

leia um trecho do conto:

Três outros rios haviam sido cruzados. Outros três irmãos na rapina não tardariam a chegar. Menos humanos do que na época em que acataram suas leis, esses três abismos de impulsividade e esquecimento haviam se habituado a rechaçar eventuais invasões com contundência. Dessa vez, porém, seu faro os guiava a algo sem precedentes. O cheiro de sangue antigo a coagular os colocava num estado de prontidão que interferia na costumaz pureza de sua ferocidade. Embora parecesse certo que um dos seus tombara, nenhum deles retardou seu avanço, e, como nas demais vezes em que se aproximaram, sua presença combinada rasgou a noite com rastros de tempestade e blecaute.

um vernáculo erudito em construções elegantes e herméticas é o elemento chave da narrativa de cid vale ferreira. o texto de protocolos da rapina é difícil, embora não seja empolado. cada palavra condiz com sua exata acepção.
Cid Vale Ferreira é bacharel em Letras-Português pela FFLCH-USP e atualmente trabalha no mercado editorial. Entre 1998 e 2005, editou publicações independentes como o Sépia Zine e a revista virtual Carcasse.com. Nessa mesma época, como DJ e promotor de eventos, foi responsável por inúmeras iniciativas ligadas à subcultura gótica. Após lançar Aranhas do aquário (1996), obra artesanal de baixa tiragem, organizou os livros Voivode - Estudos sobre os vampiros (Pandemonium, 2003) e As trevas e outros poemas de Lord Byron (Saraiva, 2007). Aficionado pelas diversas facetas do horror, esse paulistano nascido em 1979 se lembra com nostalgia de sua primeira noite de insônia, causada por uma HQ vampiresca que folheou antes mesmo de saber ler.
A guerra tem início no décimo terceiro dia do mês do cachorro louco do ano corrente

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

e, virando a página...

a dama rubra do terror

os fãs de giulia moon que aguardam ansiosamente o lançamento de kaori, perfume de vampira, poderão se satifazer com mais uma obra da ficcionista que também dará o ar da graça e abrilhantará o território v.
autora convidada: giulia moon
conto: as vampiras de kenshin
com a mesma violência e erotismo que acompanham suas narrativas, a titia giu nos presenteou com as vampiras de kenshin.

em turnê pelo mundo, um astro de rock japonês é sequestrado por membros do próprio fan club em sua passagem pelo brasil, mal sabe ele que o fan club é formado por vampiras lolitas apaixonadas pelo cantor; e isso não o surpreende tanto quanto a assassina imortal contratada para resgatá-lo.

leia um trecho do conto:

Olhei mais uma vez para a foto no laptop. Mostrava um rapaz de rosto andrógino, vestido apenas com calças pretas de couro justíssimas, que deixavam à vista os ombros largos, a barriga lisinha, os músculos definidos do abdômen. Apesar dos cabelos castanho-claros e dos olhos azuis, este era Kenshin, um astro de rock japonês. Filho de um ator de kabuki e uma roqueira holandesa, o cara personificava o sonho molhado de milhões de adolescentes japoneses.

o texto é ágil, gostoso de ler e permeado de tipos de caricaturas marcantes do nosso contexto atual.

Giulia Moon é paulistana, já foi diretora de arte, ilustradora, diretora de criação e sócia de agência de propaganda. Giulia tem três coletâneas de contos publicadas: Luar de Vampiros (Scortecci, 2003), Vampiros no Espelho & Outros Seres Obscuros (Landy, 2004) e A Dama-Morcega (Landy, 2006). Em 2008 lançou com mais seis autores o livro de contos Amor Vampiro (Giz Editorial). Seu primeiro romance, Kaori – Perfume de Vampira, sai em 2009 pela Giz Editorial. Sempre na área de literatura fantástica, edita o fanzine FicZine, é co-editora da Scarium Megazine e mantém um blog pessoal com muito bom-humor: phasesdalua.blogspot.com. Em matéria de vampiros, Giulia tem uma única certeza: não quer ser mordida, prefere morder...

A Terracota Editora lança o livro em 13 de agosto de 2009.

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

kizzy ysatis e Luciana Gimenez

tão bonita e parecia ser elegante, mas não foi. não soube ser boa anfitriã, não sabia sequer receber bem um convidado. Tem um programa que é um lixo, vulgar e sensacionalista que mistura um religioso caça-níqueis e um charlatão paquidérme grosso, feio e deselegante com gente que trabalha com literatura ficcional e cultura. Uma lástima, um fiasco, mas a audiência ficou do meu lado, me senti um pouco usado, mas orgulhoso por não ter entrado na dança deles. Deixo esta foto como registro, pra não esquecer.

mas não pude deixar de dizer a ela o quanto era linda, pois era mesmo, assim me despedi, roubando-lhe um sorriso.

saí sem olhar pra trás

[ATUALIZADO]
SOBRE O SUPER POP DE LUCIANA GIMENEZ (Que saudades do programa livre!)

Vocês não têm a mínima idéia do que passei naquele circo de horrores. Deu vontade de quebrar tudo. Baixeza! Disseram-me uma coisa no telefone e lá foi outra. Nunca deixarei de elogiar Jô Soares, falam muito dele mas ele tem cultura. Não apela. Acho que nem a Luciana Gimenez tinha culpa. Pareceu que ela só tinha de seguir os equívocos da direção do programa que montou um picadeiro. Queriam que eu dissesse que era vampiro, que bebia sangue, essas coisas. Não me vendo nunca. Jamais me chamarão outra vez, mas saí de alma lavada. Pior que o bispo, era aquele pseudo-oculista charlatão que achava que entendia de vampiros. Aff, como ele era frustrado. Ofendeu minha irmã... se os seguranças não chegam... Títere da televisão sensacionalista.

Mandavam-me fazer isso, dizer aquilo, lembrei do Jim Morrison que, numa ocasião na TV, ao vivo, lhe disseram: não cante tal trecho da música. Ele foi lá e cantou. Eu fui lá e não obedeci aquele circo. Fui eu mesmo. Quem hoje lembra qual foi o programa que o Jim foi, ou o nome dos produtores. Mas do Jim ninguém esquece. Foi autêntico. Perco a mídia, mas não perco meu auto respeito, nem minha dignidade.

Passei um baita nervoso nos bastidores. Não podia falar, mil abelhas falando ao mesmo tempo. Me senti um leão acuado, chicoteado num circo.

Ao menos fiz meu trabalho, divulguei meu livro e convidei as pessoas para o lançamento do Território V.

No meu contrato com a editora, reza a cláusula de que tenho de divulgar o livro, então, quando me chamam, tenho de ir. Mas nem sempre me sinto bem com os roteiros que as produções dos programas montam. Que saudades do programa livre!

Terça-feira, 16 de Junho de 2009

CONVITE TERRITÓRIO V
(1ª chamada)
clique na imagem para ampliá-la
Está todo mundo convidado.
Convide todo mundo!

Sábado, 13 de Junho de 2009

Território V – Vampiros em guerra

O lançamento se aproxima. E cada dia apresentarei um dos 20 autores e seus contos. Hoje falarei de mais um dos convidados especiais, que vão abrilhantar e recepcionar os escritores que venceram o certame.
Autor convidado: JULIANO SASSERON
Graduado em agronomia, escreveu seu primeiro livro, Abençoado, com apenas 18 anos. É autor de CRIANÇAS DA NOITE (Novo Século Editora)
Conto: ESPLENDOR
A metáfora é a ferramenta do poeta. A poesia, alimento do bom narrador. A realidade, pano para o bordado ficcional. Realidade essa que Juliano Sasseron se vale para a tessitura de Esplendor.

O vampiro designa a corrupção, é o sempre-aquele numa sociedade de ratos e baratas. As batalhas de sangue distraem mas a verdadeira guerra é no covil do governo. Para esta, fica mais fácil crer em vampiros do que em justiça. Vencer a perfídia no Brasil da burocracia é luta vã. É enxotar barata com vassoura.

Leia um trecho do conto:
Bebo uma taça de sangue enquanto narram a CPI (Caça de Pessoa Imprópria): outra vez tinha ingerido sangue de uma ovelha que não pertencia a meu rebanho. Meu inimigo se levanta. O cenho franzido demonstra sua intenção de atacar. A maldita vespa ainda zumbe no meu ouvido enquanto sinto um vento com cheiro de sangue e tristeza. Faço crescer meus caninos, aceitando o desafio. Pilhas de papéis se acumulam enquanto nossa briga não chega ao fim. Pelo canto do olho vejo uma barata correndo de um lado a outro cochichando com suas companheiras, que apenas assistem a tudo.
Com uma boa dose de cinismo, Juliano Sasseron, demonstra estar farto das falcatruas dos facínoras; e lança mão da literatura para destilar seu desabafo irônico.

Território V aportará nas livrarias no dia dos vampiros, aguardem!

Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

Território V

O lançamento está chegando e aos poucos falarei dos 20 autores e seus respectivos contos.

Pra começar falarei de um dos autores cujo conto veio abrilhantar nosso livro e recepcionar os autores que venceram o concurso. Vim falar de um dos convidados especiais e seu conto.

Autor convidado: OCTAVIO CARIELLO

É, entre outras mil coisas, professor de roteiro e desenho da Quanta Academia e foi desenhista da versão para os quadrinhos de A Rainha dos Condenados, de Anne Rice. Co-escreveu A Tríade comigo e mais dois mosqueteiros.

Conto: ANTES DO FINAL

Em Antes do final temos ironia e despojamento. Cariello não faz um vampiro pomposo, mas um vampiro comum em uma situação jamais imaginada.

A crise mundial que há neste conto não é econômica. Gangues de vampiros disputam seu Território V em uma realidade onde uma explosão demográfica na população de vampiros faz com que os seres humanos sejam ameaçados de extinção.

Enxerga-se neste conto um paralelo entre as gangues de vampiro e a criminalidade urbana da Escola de Chicago (primeira metade do séc. XX), em cujos estudos referiam-se aos problemas de imigração, crescimento demográfico, delinqüência, criminalidade, conflitos étnicos, seus guetos de diferentes nacionalidades geradoras de segregação urbana.

Leia um trecho do conto:

Sempre fui tranquilo. E isso me ajudou a chegar ao alto escalão do bando do Macá. Quando a crise apertou, eu já era o capitão da divisão de segurança. Não pestanejava em matar quem se metesse a esperto e chegasse muito perto do chefe. O Macá bolou um plano genial de montar um centro de criação de gente viva, uma espécie de viveiro. Ele escolheu os melhores do grupo pra tomar conta do lugar e garantir a segurança das famílias escolhidas. Três anos atrás, tinha umas dez famílias vivendo no nosso viveiro. A merda é que gente viva morre por besteira, não só por mordida de vampiro. Os vivos soltos foram sendo caçados e a gente ouvia boatos de que outros grupos copiaram o Macá e também tinham criado seus próprios zoológicos humanos.

Antes do Final é uma metáfora do crime e da realidade; uma triste premonição ou um alerta social, ainda que o autor possa apenas ter imaginado um conto delicioso de ler apenas para nosso puro entretenimento e deleite.

Pouco a pouco o livro vai tomando forma.

Estou muito feliz com esse trabalho

e tenho certeza de que todo mundo também ficará quando estiver com o livro em mãos.

Não vejo a hora